A escola é, em muitas comunidades, a instituição mais estável e capilarizada do território. Quando a educação ambiental e empreendedora entra nesse espaço de forma estruturada, o conhecimento deixa de ser abstrato e passa a resolver problemas concretos: água, resíduos, alimentação, renda.
O modelo defendido pelo INARV parte de quatro tempos — aprender, praticar, multiplicar e transformar. O aprendizado começa em sala, ganha aplicação prática em atividades de campo, é multiplicado por estudantes e professores e, por fim, se converte em mudanças mensuráveis na comunidade.
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